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Edição de 31-01-2021
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    Arquivo: Edição de 10-07-2010

    SECÇÃO: Destaque


    NOTÍCIAS DO CENTRO SOCIAL DE ERMESINDE

    Centros CNO do concelho reflectem sobre a sua prática

    De responsabilidade da Câmara Municipal de Valongo e da Rede de Centros Novas Oportunidades do concelho, decorreu, no passada sexta-feira, dia 2 de Julho, no Fórum Cultural de Ermesinde, o Seminário Qualificar para Integrar, uma iniciativa destinada a reflectir sobre as práticas pedagógicas, no sentido de retirar ensinamentos para a prática diária, através do confronto de experiências.

    O seminário foi dividido em duas partes, sendo a manhã mais particularmente dirigida para o tecido empresarial (empregados e empregadores), e a segunda mais direccionada para a área da Educação.

    Refira-se a presença nesta sessão de António Leite, director regional de Educação do Norte.

    Como metodologia de trabalho do Seminário, os técnicos envolvidos, entre os quais os do CNO do Centro Social de Ermesinde, trocaram as suas experiências, reuniram em grupos de trabalho, avaliaram práticas e colocaram propostas em cima da mesa, com vista a um consenso que, sendo porventura desejável, nem sempre foi alcançado.

    Os relatores destes grupos de trabalho, apresentaram, no final, as suas conclusões, que foram apresentados ao plenário dos participantes, sendo a sessão final dirigida por Adriana Gonçalves, de Alfena.

    Entre as questões abordadas pelos técnicos, estavam questões como, por exemplo, a estruturação da história de vida dos formandos, e a sua importância no processo de RVCC, isto é reconhecimento das competências dos formandos dos Centros Novas Oportunidades.

    Se devia ser feita uma análise reflexiva desta história de vida, e como.

    Quanto às sessões, como fazer relativamente ao número de sessões em comum ou individuais.

    Como deveria ser feita a apresentação dos formandos em portfólio? Por exemplo qual o número ideal de páginas, a consistência dos relatos, com o cuidado na detecção de fraude (o plágio, por exemplo, ou a cópia, por vezes, o que será mais fácil de detectar o recurso à internet para procedimentos de copy/paste).

    Uma estratégia para obviar a algumas destas fraudes será a exigência da apresentação de um texto, ao vivo, logo na primeira sessão.

    Do ponto de vista dos formadores viu-se também uma preferência pela entrega de trabalhos em papel, ainda que produzidos digitalmente pelos formandos, por questões de limitar o cansaço dos formadores.

    A prática dos centros Novas Oportunidades do concelho era sobretudo presencial, constatou-se, se bem que o Centro Social de Ermesinde já tenha desenvolvido plataformas de e-learning,

    Outro aspecto abordado foi o da aprendizagem da língua estrangeira.

    Abordou-se ainda o número ideal dos grupos de formandos em RVCC, apontando a prática dos centros envolvidos para um número de 10 a 15.

    Outra questão muito importante foi a detecção de competências na área de Cidadania e Associativismo, mencionando-se algumas práticas demonstrativas da participação social dos formandos na vida comunitária, ou na representação da sua participação.

    Algumas dificuldades maiores surgiam em questões como a Deontologia Profissional e, em alunos mais velhos, com a dificuldade de adaptar-se às Novas tecnologias. Uma dificuldade que, curiosamente, chega a manifestar-se mesmo em profissionais detentores de uma licenciatura.

    Foram dados exemplos de aplicação de práticas relacionadas com a Matemática para a Vida, de questões relacionadas com uma sensibilidade ecológica e muitas outras, que constituíram excelente temas de comparação de práticas, de validação de processos e de uma melhor estruturação pedagógica. O inter-relacionamento irá prosseguir.

    Por: LC

     

     

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