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    Arquivo: Edição de 15-04-2010

    SECÇÃO: Destaque


    NOTÍCIAS DO CENTRO SOCIAL DE ERMESINDE

    CSE aprovou Relatório e Contas

    No passada sexta-feira, dia 9 de Abril, realizou-se no Salão Nobre da instituição a Assembleia Geral ordinária do Centro Social de Ermesinde destinada a discutir o Relatório de Actividades e Contas do exercício de 2009.

    Tratou-se da primeira Assembleia Geral que discutiu actividades e contas de exercício desde que a nova Direcção tomou posse, o que levou, por exemplo, Casimiro Gonçalves, antigo presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde e associado desta IPSS a questionar a situação em que uma Direcção apresenta e é obrigada a defender, digamos assim, as contas da Direcção cessante. Não obstante, a actual Direcção do Centro Social de Ermesinde (CSE) defendeu a aprovação das contas, no que foi acompanhada pelo parecer do Conselho Fiscal.

    Os documentos em apreciação viriam a ser aprovados sem qualquer oposição.

    Fotos URSULA ZANGGER
    Fotos URSULA ZANGGER
    Iniciada a sessão, e verificada a ausência do presidente da Mesa da Assembleia Geral, José Ferreira dos Santos, e do secretário Manuel André Vilaça, foi a mesma dirigida pelo vice-presidente Raul Santos, e foi cooptada para a Mesa a associada Fátima Costa, uma solução que não é inédita.

    Aprovada a acta da Assembleia Geral sem qualquer questão a assinalar, foi dado início à discussão do documento apresentado pela Direcção, relativo ao Relatório de Actividades e Contas do exercício de 2009.

    Henrique Rodrigues iniciou a apresentação dos documentos com a referência a uma fotografia publicada na capa do Relatório de Actividades e Contas 2009, editado pelo Centro Social de Ermesinde (CSE), assinalando que esta representaria por um lado a longa história da instituição naquele local, com o peso dos seus mais de 50 anos em prol dos que mais necessitam, mas por outro lado representando também já o futuro, apontando já para as alterações que ali deverão ocorrer e que terão que ver com a expansão do CSE.

    O presidente da Direcção do CSE abordou depois a actual situação económica do do País, alertando para que a crise vai ser duradoura.

    Fez de seguida a defesa do Estado social, ao serviço dos que mais precisam dele.

    Outra marca de identidade – salientou Henrique Rodrigues – é a continuidade e solidez da instituição, «independentemente de quem a esteja a gerir a cada momento». Por isso mesmo era com muito gosto que a Direcção actual ali estava a apresentar Contas da gestão anterior. «Não há fracturas, mas um continuum ao serviço dos que mais precisam», reafirmou.

    Declarou depois contar com o empenhamento dos trabalhadores e o apoio dos amigos, e dar cumprimento «à necessidade de consolidar as contas do CSE, que é emanação dos sentimentos mais generosos da Cidade».

    «Queria que o CSE voltasse à capacidade de estar atento às novas necessidade, de uma forma mais próxima», acrescentou. E finalmente, considerou que as Contas ali apresentadas correspondiam aos interesses, naquele momento, do CSE.

    Nenhum dos associados presentes questionou o Relatório de Contas e Actividades, que foi aprovado.

    Apenas Casimiro Gonçalves colocou a questão de que não era razoável uma Direcção apresentar Contas de um exercício pelo qual não era responsável.

    O reparo do associado não encontrou eco nos presentes. Alberto Sousa, membro da Direcção cessante, lembrou que Alberto Carvalho, o anterior presidente da Direcção eleita, também teve, no primeiro mandato, que apresentar as contas da gestão anterior. Também o relator do Conselho Fiscal, Fernandes da Silva defendeu o procedimento, além naturalmente de Henrique Rodrigues.

    Uma outra questão assinalada, desta vez por Artur Carneiro, presidente do Conselho Fiscal, foi a de que o Relatório e Contas não tinha sido apresentado até 15 de Janeiro, conforme o preceituado nos Estatutos. Dada a evidente desadequação destes à realidade, Artur Carneiro solicitou à Direcção que procedesse à revisão dos Estatutos actuais.

    PARECER

    DO CONSELHO FISCAL

    foto

    Após aprovado o Relatório de Actividades e Contas de 2009, Raul Santos pôs à aprovação o Parecer do Conselho Fiscal, o que motivou a intervenção por parte do relator Fernandes da Silva, que defendia que o Parecer do Conselho Fiscal não tem que ser sufragado. Raul Santos invocou, pelo contrário, essa necessidade, que ilustrou com uma situação corrente, que é a solicitação do Parecer do Conselho Fiscal que frequentemente ocorre, para que seja aprovado um voto de louvor à Direcção responsável pelas Contas e Actividades.

    Na mesma data desta Assembleia Geral também a Associação Ermesinde Cidade Aberta regularizou a sua situação directiva.

    Por: LC

     

     

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