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Edição de 31-01-2023
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    Arquivo: Edição de 31-12-2022

    SECÇÃO: Editorial


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    Aí está 2023!

    Às 24 horas de hoje, 31 de dezembro, inicia-se o novo ano de 2023!

    É normal que, na formulação dos desejos, as pessoas peçam Paz, Harmonia e uma Vida Melhor, que normalmente significa ter saúde e que o dinheiro não falte para aceder àquilo que é necessário a uma vida com um mínimo de dignidade.

    A concretização destes anseios envolve, em primeiro lugar, as pessoas e as suas famílias, mas, depois, também contam (e muito) as instituições políticas que nos governam, desde as autarquias até aos órgãos do poder central. E, no panorama internacional, as decisões daqueles que gerem a União Europeia, a ONU e todos os demais países, também direta, ou indiretamente, nos dizem respeito, pois vivemos num mundo cada vez mais globalizado. Aliás, as guerras que afligem a Humanidade, particularmente aquela que nos é mais próxima (a invasão russa sobre a Ucrânia), não deixam ninguém indiferente.

    É por isso que a Paz será provavelmente um dos desejos mais unânimes para o ano que agora começa. E como noutras guerras, a Rússia, que, por motivos que nos custam compreender, invadiu, a 24 de fevereiro último, a Ucrânia, uma das suas antigas Repúblicas (do tempo da URSS), teve uma entrada tempestuosa, mas agora começa a amainar e já fala em cessar-fogo e em paz. Recordemos que ao longo da História, houve conflitos bélicos em que o poderoso império russo se meteu, para sair derrotado, como foi o caso, por exemplo, da Guerra da Crimeia, em meados do século XIX (1853-1856), da Guerra com o Japão (1904-1905) e da Primeira Grande Guerra (1914-1917) com a retirada russa em 1917 (que levou ao triunfo da Revolução Bolchevique). É importante que a Paz regresse para bem dos ucranianos, dos russos e de todos aqueles que andam envolvidos em guerra por todo o mundo. Seria interessante que as negociações, sob os auspícios da ONU, começassem já amanhã, fazendo jus à efeméride que se celebra: Dia Mundial da Paz.

    Entre nós, depois de uma inflação que atingiu este ano quase os 10%, há fundadas esperanças de que a situação económico-financeira melhore em 2023, fazendo fé nos números avançados pelo governo, em sede do Orçamento do Estado já aprovado. Aí, a inflação prevista pelo governo aponta para uma redução, ficando-se pelos 4% em 2023, estimando-se um défice de 0,9% do PIB (este ano foi de 1,9%) e aponta-se que a dívida pública diminuirá para 110,8% do PIB (este ano foi de 115% do PIB). Em termos de desemprego o Governo acredita que a taxa de desemprego estabilizará nos 5,6% que já se terão verificado este ano, abaixo dos 6,6% registados em 2021. Oxalá estas previsões se concretizem, para que o próximo ano signifique uma retoma da economia tão afetada pela pandemia e pela guerra.

    A nível local, os ermesindenses reivindicam maior segurança, com uma presença mais visível e atuante da PSP, maior cuidado com os espaços verdes e a manutenção dos arruamentos, melhor fluidez no tráfego automóvel, maiores investimentos municipais na maior cidade do concelho, que continua a não ter um espaço museológico, tutelado pela autarquia.

    A terminar, não posso deixar de desejar, nesta quadra festiva, a todos os nossos leitores, aos nossos colaboradores, aos nossos anunciantes e a todos os ermesindenses, um Bom 2023, com a concretização de todos os projetos pessoais e profissionais.

    Por: Manuel Augusto Dias

     

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