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Edição de 30-04-2022
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    Arquivo: Edição de 15-12-2019

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (21)

    2020/2030 Uma nova década para o Movimento Associativo Popular

    A 7 de dezembro realizou a Confederação Portuguesa das Coletividades o seu Conselho Nacional (CN), onde foram abordadas questões importantes para o ano que se avizinha. Ao iniciarmos uma nova década, queremo-la assinalar como marco determinante preparando e assegurando um bom futuro para o movimento associativo popular.

    Assumimos a clara pretensão em o preparar,com objetivos de desenvolvimento nacional, de organização estrutural, com a determinação necessária em vencer o desafio do reforço associativo, vencendo barreiras, que aqui e acolá dificultam esse reforço. Preparando ações organizadas com a intervenção de todos.

    Cabe um papel importante e responsável à Direção da Confederação, mas também a todas as Estruturas Concelhias e Distritais, Coletividades Elo, e a todo o movimento associativo em geral, exigir ação, atitude crítica, numa atitude democrática e de transparência.

    Confiamos que só assim seremos capazes de reforçar a nossa vontade em fazer valer o nosso papel coletivo associativo.

    Como é natural, de pouco valerá esperar que outros, no exercício das suas responsabilidades sociais e de poder, venham fazer o trabalho social e popular que cabe à responsabilidade dos dirigentes associativos.É reconhecido por toda a sociedade, que somos uma importante força social. Sentimos isso. E se o sentimos, melhor teremos que assumir o nosso papel de intervenção social.

    O Plano de Atividades e Orçamento (PAO) para 2019, como é dito no documento apresentado para discussão neste CN, tem por bases as frentes, tarefas e objetivos que resultam do trabalho realizado durante o ano que agora vai acabar, em consonância com o Programa de Ação para o mandato (2019/2022). O Orçamento reflete valores realizados nos últimos 3 anos e os 9 meses de 2019.

    Daí, 2020 será um ano de enormes exigências, dado o facto de estarmos a dois terços finais de um processo de Capacitação, que é determinante para o futuro da estrutura nacional associativa. A nossa responsabilidade consiste em capacitar as Entidades/Estruturas e os nossos Dirigentes. Trata-se de um desafio sem precedentes que pode ditar uma viragem na forma e conteúdo associativo.

    FOTO ALBERTO BLANQUET
    FOTO ALBERTO BLANQUET
    No documento apresentado para aprovação afirmamos que, “O papel das Federações Distritais e Associações Concelhias continua a ser uma questão fundamental da estrutura associativa nacional. Deseja-se uma nova perspetiva de relacionamento onde vigore de forma natural a cooperação, participação regular, prestação de contas, confiança e transparência de processos. Este mandato será determinante para o futuro da estrutura associativa nacional” (PAO/2019).

    Os projetos associativos que visam especificamente dar resposta a questões concretas, bem como a todas as outras áreas tão importantes para nós, caso das publicações, comunicação, informação e imagem, as relações institucionais com o Estado e parceiros da Economia Social, a par do nosso papel reivindicativo junto do Governo e Assembleia da República, serão prioridades do nosso trabalho.

    Prestaremos enorme importância à gestão dos nossos recursos financeiros, na defesa do bom funcionamento da estrutura profissional e dirigente, na solicitação às filiadas e do movimento, para uma atitude de melhores soluções, na defesa da nossa independência face a outros poderes instituídos.

    Parte importante do debate neste Conselho Nacional foi a avaliação quanto ao desenvolvimento do Processo e Capacitação,avaliado positivamente, e no prossuposto de que entramos numa fase importante do cumprimento da Fase II durante 2020, de balanço do executado, das condições permitidas para aplicação do projeto, como também a preparação da continuidade do processo para a sua Fase III, a qual será sempre muito exigente tanto do ponto de vista da sua preparação, enquanto candidatura a ser apresentada, como na sua execução futura a todos os níveis.

    Estão criadas condições para uma melhor aplicação do processo, com o reforço da equipa a Norte e abertura de um outro Gabinete na zona Centro (Covilhã) dando-se passos importantes para a uma melhor aplicação das medidas necessárias no âmbito da Capacitação, mas também para a nossa sustentabilidade futura a nível nacional.

    Ao escrever estas notas, oportunas, por acontecer após a realização de um CN da Confederação das Coletividades, e num período que se projeta de festa para todos, não podemos deixar de agradecer a importância na utilização deste espaço, concedida pela “A Voz de Ermesinde”, a quem queremos agradecer ao seu Diretor Dr. Manuel Augusto Dias e a todos os que consigo trabalham e colaboram, a utilização deste espaço.

    Sabemos da sua enorme importância para o movimento associativo nacional em geral e em particular para a nossa Estrutura da ACC Valongo e das suas Coletividades, que desenvolve enorme atividade, principalmente através dos seus Jogos Tradicionais junto das nossas escolas e sempre presentes em festas com caráter popular associativo, a par de outros apoios ao nosso movimento associativo concelhio.

    A todos, um bom Natal e um ano de 2020 fértil de sucessos para todos.

    Por: Adelino Soares*

    *Confederação Portuguesa das Coletividades

     

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