Subscrever RSS Subscrever RSS
Edição de 30-09-2026
Jornal Online

SECÇÃO: Opinião


foto
VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (99)

2 em 1 – A Petição e o reforço do movimento associativo organizado

O tempo pós-período de férias de cada ano, proporciona sempre a necessidade de pensar em motivações para o envolvimento associativo, de forma a dar respostas de reforço, e continuidade à vida associativa em cada coletividade, em cada estrutura associativa ou da Confederação.

Aprofundando a execução da atividade programada até ao final do respetivo ano, avaliando, até então, o cumprimento dos respetivos PA e O, mesmo o que ficou por executar, salientando aspetos positivos, preparando para realizar o que falta fazer.

No quadro das tarefas por cumprir, ainda é possível uma ou outra reprogramação, a correção de falhas e ganhar algum tempo para a preparação mais cuidada do próximo plano de atividades e orçamento.

Com avaliações positivas das nossas necessidades associativas, o surgir de nova iniciativa é possível de enquadrar, correspondendo ao que em dado momento nos desperte sentidos, deitando mãos à obra.

foto
O 2 em 1 – A Petição e as Novas Filiadas

É neste contexto que a Direção Nacional da Confederação, lançou duas iniciativas nacionais, solicitando a todas as coletividades duas importantes respostas, em sua defesa, para que, com a maior compreensão e participação, permita responder positivamente, a duas questões necessárias ao reforço da nossa atividade futura.

- O lançamento de uma Petição nacional, com o objetivo de: NÃO PODEMOS FICAR DE LADO DO ORÇAMENTO DE ESTADO - Investir no Movimento Associativo Popular é Urgente!

- Campanha Nacional de Novas Filiadas!

Tanto uma como outra surgem no tempo oportuno e enquadram-se no conjunto de iniciativas necessárias para a defesa dos nossos interesses associativos.

A Confederação sempre apresentou medidas junto dos governos de cada ano, junto de todos os partidos políticos com representação parlamentar, levando ao conhecimento de todos as nossas reivindicações.

Mais reforçado ficou o nosso papel, a partir de 2018, ano em que assentámos representação no CES – Conselho Económico e Social, apresentando aí, medidas de interesse para o MAP.

Tudo tem o seu início, com processos evolutivos, consoante as capacidades de representação reforçada que se façam sentir junto dos poderes decisórios.

É este o objetivo principal da Petição Nacional, a qual necessita de obter essa força, de forma a fazer sentir perante todos os dirigentes, associados, praticantes das atividades, cidadãos em geral, a importância de que “Investir no Movimento Associativo Popular, é Urgente!

Na Petição apresentada a todo o MAP, dirigida ao Sr. Primeiro-Ministro, para além de ser salientada a força do movimento que representamos, evidenciamos os números impressionantes de associações, de dirigentes, de associados que usufruem do acesso à cultura, ao desporto, ao lazer, abrangendo por todo o território nacional.

Caracteriza o propósito de alerta da Petição, ao salientar “O conjunto de coletividades, clubes e associações que constituem o MAP encontra-se numa situação de enorme dificuldade económica.”

Considerando outros fatores associados a causas sociais e económicas, acontecidos em períodos anteriores, juntam-se fatores mais recentes, considerando: “Dificuldade fortemente agravada com a epidemia de COVID-19, com os despejos e aumento de rendas, com a destruição resultante de intempéries, e a escalada da guerra que tem provocado a subida galopante dos preços.”

Evidenciam-se as dificuldades da situação atual, considerando que “Esta situação compromete milhares de atividades promovidas pelo MAP em todo o território nacional, assim como a própria continuidade de muitas coletividades, clubes e associações.”

Alertando para o facto de que “O MAP continua sem ter investimento regular a partir do Orçamento de Estado à altura do serviço público que presta.”, deixamos claro que “No entanto, as coletividades, clubes e associações contribuem regularmente para o Orçamento de Estado com milhões de euros em impostos pagos no desenvolvimento das suas atividades sem fins lucrativos, e os seus 450 mil Dirigentes Voluntários, Benévolos e Eleitos oferecem ao país milhões de

(...)

leia este artigo na íntegra na edição impressa.

Nota: Desde há algum tempo que o jornal "A Voz de Ermesinde" permite aos seus leitores a opção pela edição digital do jornal. Trata-se de uma opção bastante mais acessível, 6,50 euros por ano, o que dá direito a receber, pontualmente, via e-mail a edição completa (igual à edição impressa, página a página, e diferente do jornal online) em formato PDF. Se esta for a sua escolha, efetue o pagamento (de acordo com as mesmas orientações existentes na assinatura do jornal impresso) e envie para o nosso endereço eletrónico ([email protected]) o nome, o NIF e o seu endereço eletrónico para lhe serem enviadas ao longo do ano, por e-mail, as 12 edições do jornal em PDF.

Mas se preferir a edição em papel receba comodamente o Jornal em sua casa pelo período de 1 ano (12 números) pela quantia de 13,00 euros.

Em ambos os casos o NIB para a transferência é o seguinte: 0036 0090 99100069476 62

Posteriormente deverá enviar para o nosso endereço eletrónico ([email protected]) o comprovativo de pagamento, o seu nome, a sua morada e o NIF.

Adelino Soares*

*CPCCRD

 

Outras Notícias

 

este espaço pode ser seu Este espaço pode ser seu Este espaço pode ser seu
© 2005 A Voz de Ermesinde - Produzido por ardina.com, um produto da Dom Digital.
Comentários sobre o site: [email protected].