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Edição de 30-09-2018
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09-01-2018 15:24
Luís Ramalho assume presidência da Casa do Povo de Ermesinde
Luís Ramalho, anterior presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde (JFE) e atual vereador eleito pelo PSD no Executivo camarário, é o novo presidente da Direção da Casa do Povo de Ermesinde. A tomada de posse dos novos órgãos sociais com vista ao quadriénio 2018-2021 decorreu ontem (dia 8 de janeiro) na sede da instituição, numa cerimónia que contou com a presença de algumas personalidades locais, entre outras, da vice-presidente da Câmara Municipal de Valongo, Ana Maria Rodrigues, do presidente da JFE, João Morgado, do presidente da Assembleia Municipal de Valongo, Abílio Vilas Boas, do presidente da Assembleia de Freguesia de Ermesinde, Josué Morais, do presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ermesinde, Jorge Videira e dos representantes das forças da autoridade.

Luís Ramalho sucede, assim, a Jerónimo Pereira no exercício do cargo de presidente da Direção. Entre os novos órgãos sociais da Casa do Povo de Ermesinde surgem algumas caras conhecidas da instituição, figuras que exerceram funções diretivas em anteriores mandatos, casos de Manuel Joaquim Moutinho, que, para o novo quadriénio, volta a desempenhar o cargo de presidente da Assembleia Geral. E seriam precisamente de Manuel Joaquim Moutinho as primeiras palavras da cerimónia, após a tomada de posse dos novos dirigentes. Começaria por enaltecer e agradecer o trabalho desenvolvido por Jerónimo Pereira e restantes membros da Direção cessante numa fase em que as dificuldades (financeiras) da Casa do Povo foram enormes e em que o espírito de sacrifício e vontade (dos referidos dirigentes) foram determinantes para levar o barco a bom porto.
Aos novos órgãos sociais desejou felicidades para os quatro anos que se avizinham, deixando no ar alguns conselhos, considerando ser fundamental que a instituição tenha algumas perspetivas futuras para evitar «andar com as calças na mão». Desde logo, aumentar a sua receita, e contornar assim as dificuldades financeiras com as quais a Casa do Povo se vem debatendo. Aumento esse que para Manuel Joaquim Moutinho passa pela angariação de novos associados que tragam uma mais-valia com o objetivo de criar um fundo de maneio que permita à instituição desenvolver a sua atividade.

Por sua vez, Jerónimo Pereira, o presidente da Direção cessante, e que no próximo mandato irá continuar a integrar os órgãos sociais da Casa do Povo de Ermesinde, agora na qualidade de secretário da Assembleia Geral, transmitiu a satisfação que sentiu ao colaborar com a instituição ao longo dos últimos 18 meses, após o falecimento do anterior presidente da Direção, António Vasques. Enalteceu a dedicação das colaboradoras e das técnicas no trabalho desenvolvido e aos restantes membros dos órgãos sociais cessantes agradeceu a colaboração, sublinhando que todos deram o seu melhor ao longo destes últimos 18 meses no comando da instituição.

Aos órgãos autárquicos ali presentes lançou um apelo: que apoiem os novos órgãos sociais tal como fizeram com a Direção por si comandada. Formulando votos de sucesso ao novo elenco diretivo, Jerónimo Pereira terminaria a sua intervenção com a lembrança daquilo o que deve continuar a ser o lema da Casa do Povo de Ermesinde: «a solidariedade não se apregoa, nem com palavras nem com gestos, mas exerce-se no dia a dia com humildade e dedicação de todos os que aqui estão».

AS PALAVRAS DO NOVO PRESIDENTE DA DIREÇÃO

A derradeira intervenção desta cerimónia de tomada de posse pertenceu a Luís Ramalho, que começaria por se dirigir aos colaboradores da Casa do Povo, referindo-se a eles como a alma da instituição, as pessoas que todos os dias emprestam a sua dedicação à missão que é abraçada por aquela casa.
Posteriormente, referiu-se a este novo desafio da sua vida como um novo amor. Frisou o facto de ter tido o cuidado de se fazer rodear – na sua equipa diretiva e nos restantes órgãos sociais – de pessoas que conhecem a instituição, figuras que têm a experiência de outros mandatos e que são acarinhadas pelos utentes e pelos colaboradores desta. Com isto, Luís Ramalho disse que o seu objetivo foi pois fazer uma transição o mais tranquila possível e com o máximo de segurança e confiança para colaboradores e utentes.

Agradeceu a Jerónimo Pereira e aos restantes membros da Direção cessante a entrega evidenciada ao serviço desta causa e dessa forma terem garantido o clima de estabilidade que atualmente impera na instituição.
Reconheceu que não irá ter uma tarefa fácil no desempenho do cargo, desde logo porque é necessário encontrar novos caminhos de receita, já que a esmagadora parte da receita da Casa do Povo de Ermesinde provém dos acordos realizados com a Segurança Social, sendo que nesse sentido será necessário encontrar os tais caminhos para o aumento de receita. Caminhos esses que para o novo presidente passam não só pelo aumento do número de associados – recordando que atualmente a Casa do Povo tem um universo de pouco mais de 70 associados pagantes que pagam uma cota anual de 12 euros –, mas sobretudo pelo rejuvenescimento do número de associados, frisando que atualmente a média de idades dos associados é superior aos 70 anos. «É importante que esta casa se abra a um universo de associados mais jovens e que estes consigam imprimir alguma jovialidade aos serviços que prestamos», sublinhou Luís Ramalho.

O novo presidente referiu igualmente ser importante que daqui em diante a Casa do Povo apele à responsabilidade social das empresas da nossa comunidade, no sentido de angariar mais apoios para que a instituição encontre o tal caminho para o aumento da sua receita.
Ainda no que concerne aos novos projetos, salientou que a Casa do Povo de Ermesinde vai lançar desafios a um conjunto de parceiros que tragam coisas diferentes à instituição, exemplificando neste ponto o desafio que promete lançar a alguns chefs de cozinha para darem formação ao pessoal afeto à cozinha da Casa do Povo para que estes possam criar pratos diferentes, apelativos, e que consigam conciliar um modelo novo de cozinha com o bem-estar dos utentes.
«Vamos apostar num plano de atividades arrojado. Aliás, eu pretendo junto com as técnicas da Casa do Povo, tentar perceber que atividades são desenvolvidas e o que pode ser melhorado, e vamos pelo menos uma vez por ano organizar uma gala de angariação de fundos. Queremos que esta casa tenha alma, tenha luz, e todos juntos vamos procurar esse caminho da luz. Queremos que esta seja uma casa onde toda a gente se sinta bem, quer utentes, quer colaboradores», disse Luís Ramalho.

Em seguida apresentamos a lista completa dos órgãos sociais da Casa do Povo de Ermesinde para o quadriénio 2018-2021:

Assembleia Geral:

Presidente: Manuel Joaquim Moutinho
Secretário: Jerónimo Pereira
Secretário: Luís Vasques
Suplente: Maria de Lurdes Ribeiro

Direção:

Presidente: Luís Ramalho
Vice-presidente: Maria Augusta Moura
Secretária: Celeste Silva
Tesoureira: Sónia Silva
Vogal: Manuel Coelho
Suplente: Narciso Moura
Suplente: Celeste Rocha

Conselho Fiscal:

Presidente: Abel Coutinho
Vogal: José Fernando Albuquerque
Vogal: José Manuel Pereira
Suplente: Maria do Rosário Botelho

Por:Miguel Barros

 

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