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Edição de 31-03-2026
Jornal Online

SECÇÃO: Destaque


CENTENÁRIO DO AGRUPAMENTO 7 DE ERMESINDE

Agrupamento 7 de Ermesinde assinalou os seus 100 anos de vida

O Agrupamento 7 de Ermesinde do Corpo Nacional de Escutas é o segundo mais antigo do distrito do Porto e o 4.º mais antigo a nível nacional. Os três mais antigos do país situam-se nas cidades de Braga (Agrupamento 1) e Guimarães (Agrupamento 2) e Bonfim (Porto-Agrupamento 6). O Agrupamento de Ermesinde assinalou, no passado dia 14 de março, o centenário da sua fundação com uma sessão solene realizada no Auditório do Fórum Cultural de Ermesinde.

Fotos CLÁUDIA RIBEIRO
Fotos CLÁUDIA RIBEIRO
A cerimónia reuniu escuteiros das diversas secções, antigos dirigentes, familiares, autarcas e várias entidades da comunidade local, num momento marcado pela evocação da história e pelo reconhecimento do papel desempenhado pelo escutismo na formação de gerações de jovens ermesindenses.

A iniciativa contou com a presença de diversas personalidades da vida pública local e regional, entre as quais o presidente da Câmara Municipal de Valongo, o presidente da Assembleia Municipal, o presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde e o presidente da Assembleia de Freguesia. Estiveram igualmente presentes vereadores do executivo municipal e membros da Junta de Freguesia, bem como dirigentes do Corpo Nacional de Escutas aos níveis nacional, regional e local. Participou ainda o assistente do centenário do agrupamento, o padre Domingos Areais.

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A sessão, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Valongo e da Junta de Freguesia de Ermesinde, constituiu uma oportunidade para recordar o percurso do Agrupamento 7 ao longo de cem anos de atividade. Fundado em 14 de março de 1926, o agrupamento tem desempenhado um papel relevante na educação e formação cívica de inúmeras gerações de jovens da cidade.

Ao longo das intervenções, que incluíram também um breve momento de tertúlia, foi destacada a importância do método escutista enquanto proposta educativa assente em valores como o serviço ao próximo, a solidariedade, o respeito pela natureza e o compromisso com a comunidade. Vários oradores sublinharam que o escutismo continua a constituir uma verdadeira escola de cidadania, promovendo o espírito de iniciativa, a responsabilidade individual e o trabalho em equipa.

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Os responsáveis do Agrupamento recordaram igualmente o trabalho desenvolvido ao longo das últimas décadas, salientando que a continuidade desta instituição só foi possível graças à dedicação de inúmeros dirigentes, assistentes e colaboradores que, de forma voluntária, contribuíram para a consolidação e crescimento do projeto escutista em Ermesinde. Muitos desses dirigentes marcaram profundamente a vida do Agrupamento, deixando um legado que continua a inspirar os atuais escuteiros.

Um dos momentos mais significativos da cerimónia foi precisamente a homenagem prestada a antigos chefes e dirigentes que se destacaram ao longo da história do Agrupamento 7. Com este gesto simbólico pretendeu-se reconhecer publicamente o contributo daqueles que, em diferentes épocas, dedicaram tempo e esforço à formação de jovens e à afirmação do escutismo na comunidade local.

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A presença de um elevado número de escuteiros contribuiu para dar particular vivacidade à sessão. Entre eles destacou-se o numeroso grupo de lobitos, sinal claro da vitalidade do Agrupamento e da garantia de continuidade do movimento escutista em Ermesinde nas próximas décadas.

Nas intervenções finais, o presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde, o chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas e o presidente da Câmara Municipal de Valongo sublinharam que a celebração do centenário não representa apenas um olhar sobre o passado, mas também um compromisso com o futuro. Foi salientado que o grande objetivo do escutismo continua a ser a formação de jovens responsáveis, solidários e participativos, ao serviço da comunidade. Nesse sentido, foi igualmente destacado o contributo do Agrupamento 7 para a promoção de uma cidadania ativa, para o fortalecimento da vida associativa local e para a sensibilização ambiental das novas gerações.

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A sessão foi também pontuada por momentos musicais, com a interpretação de algumas das mais conhecidas canções escutistas, que contribuíram para reforçar o ambiente de fraternidade característico deste movimento.

O programa incluiu ainda o corte do bolo comemorativo do centenário, momento que reuniu escuteiros, dirigentes e convidados num simbólico cantar de “Parabéns” ao histórico Agrupamento 7 de Ermesinde.

A cerimónia terminou num clima de grande convívio e espírito escutista, marcado pelo orgulho na história construída ao longo de um século e pela confiança de que o trabalho desenvolvido continuará a inspirar novas gerações de jovens. O significativo número de crianças e jovens atualmente envolvidos no agrupamento constitui, aliás, o melhor sinal de que este projeto educativo continuará a desempenhar um papel relevante na vida da comunidade ermesindense.

 

 

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