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CENTENÁRIO DO AGRUPAMENTO 7 DE ERMESINDE
Um século de história em exposição
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| Fotos MIGUEL BARROS |
100 anos são sinónimo de muitas memórias e histórias, seja na vida de uma pessoa ou de uma instituição. No caso do Agrupamento 7 de Ermesinde essas memórias e histórias estiveram patentes em exposição entre os dias 8 e 15 de março, no Fórum Cultural de Ermesinde, e fizeram parte do programa comemorativo do centenário dos escuteiros da nossa terra. Documentos valiosos, como por exemplo, as folhas de matrículas de escuteiros (das décadas de 30, 40 ou 50, a título de exemplo); cartões de sócios beneméritos (dessas e doutras décadas); vários exemplares da Flor do Liz (hoje revista mas outrora jornal que retratava o escutismo em Portugal) em que o nome do Agrupamento 7 de Ermesinde figurou; as fotografias com todos os Chefes do Agrupamento; as fotografias com todos os Assistentes (padres) de Agrupamento e a respetiva proposta de admissão; painéis com centenas de fotografias de inúmeros momentos vivenciados pelo Agrupamento 7 em diferentes épocas (acampamentos, convívios, etc.); entre outras recordações que foram sendo guardadas ao longo destes 100 anos, fizeram com que esta exposição se assemelhasse a um verdadeiro museu para todos aqueles que a visitaram, fossem eles antigos, ou atuais, escuteiros; ou simples apaixonados pela história. Nesta mostra de memórias não ficámos indiferentes à ligação de personalidades históricas da nossa terra ao Agrupamento 7, casos de Domingos da Cunha Reis, Dr. Luís Ramos, Manuel Feliciano da Silva Cruz (estas três figuras como sócios beneméritos), ou António da Silva Bastos (que foi sócio (n.º 18) deste agrupamento).
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