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    Arquivo: Edição de 15-06-2005

    SECÇÃO: Desporto


    Foto Manuel Valdrez
    Foto Manuel Valdrez

    Agostinho Pinto: «A secção de basquetebol do CPN viveu uma época muito especial»

    A secção de basquetebol do CPN conquistou recentemente mais um grande feito na sua já longa e gloriosa história, o título de campeão nacional de júniores. Para falar deste título, “A Voz de Ermesinde” esteve à conversa com Agostinho Pinto, um homem que há 32 anos se dedica de “corpo e alma” ao clube, em particular ao basquetebol, e grande responsável pelos êxitos alcançados pelos propagandistas ao longo dos últimos anos.

    Para além de descrever, ao pormenor, o trajecto vitorioso da equipa de júniores, o responsável máximo pela secção de basket fez ainda um balanço da época 2004/05 nos restantes escalões.

    Os escassos apoios financeiros que o basquetebol propagandista tem tido foi outro dos temas abordados por Agostinho Pinto.

    «Uma época muito especial!», é desta forma que Agostinho Pinto, responsável máximo da Secção de Basquetebol do CPN, define a temporada 2004/05. Um ano que, no futuro, será recordado como uma das páginas mais brilhantes da história do basquetebol feminino deste clube. Depois de muitas e “saborosas” vitórias conquistadas pelos diversos escalões ao longo de toda a época, eis que surgiu a “cereja no topo do bolo”, com a conquista do título nacional de júniores. Um título que já vinha sendo perseguido por este fantástico grupo de jogadoras – assim descrito por Agostinho Pinto – desde a temporada passada, altura em que ficaram muito perto de atingir o sonho de se sagrarem campeãs, acabando a Fase Final num frustrante 3º lugar. Fazer melhor do que esta classificação era pois o grande objectivo do grupo para a época que agora findou, e esse melhor passava obviamente pela conquista do ceptro nacional.

    «O nosso objectivo desde o primeiro momento sempre foi chegarmos à Fase Final e aí lutarmos pelo título.

    Muito sinceramente, todos nós sentíamos que muito dificilmente não atingiríamos essa fase. Sabíamos também que chegando à Fase Final e ficar em terceiro ou segundo – com a qualidade desta equipa – iria ser, à semelhança do ano passado, uma enorme frustração. Por isso, o único lugar a que podíamos aspirar era o primeiro», explica Agostinho Pinto. Para chegar a esta Fase Final (ver caixa à parte) as propagandistas não encontraram grandes dificuldades pelo caminho, podendo mesmo dizer-se que até Santarém – local onde foi realizada a decisiva fase deste campeonato – a equipa efectuou um verdadeiro passeio.

    «Na primeira fase, a do Campeonato Distrital, não tivemos quaisquer tipo de dificuldades em conseguirmos o apuramento para a segunda fase, a do Nacional. Fase essa onde, mais uma vez, tudo foi demasiado fácil, chegámos, inclusive, a prescindir, em muitos jogos, de algumas atletas titulares, actuando com as jogadoras menos utilizadas, de modo a dar-lhes também algum ritmo de competição».

    Foto Manuel Valdrez
    Foto Manuel Valdrez
    E se até aqui tudo tinham sido facilidades, a Fase Final era aguardada com alguma cautela por parte do colectivo. Apesar de ter consciência de que o grupo era mais do que capaz de arrecadar o título, Agostinho Pinto receava, por assim dizer, a concorrência vinda – principalmente – da parte do Santaém, e do Algés, duas das outras equipas que, juntamente com o CPN e o Coimbrões, disputaram a Fase Final.

    «Sabíamos do valor das equipas do Santarém e do Algés, com plantéis muito fortes e equilibrados, e estávamos conscientes das dificuldades que iríamos encontrar ao defrontar estes dois conjuntos.

    E para aumentar ainda mais essas dificuldades há que salientar que o nosso plantel era muito curto em relação aos dos outros adversários. E mais curto ficou com as lesões de algumas jogadores influentes na manobra da equipa, casos da Liliana Costa e da Joana Lopes, duas grandes jogadoras. A juntar a estas lesões tivemos ainda a contrariedade de perdermos uma jogadora importantíssima para a equipa, a Isabel Sousa, que por motivos escolares teve de deixar o clube. Ora, com tantas adversidades, e com o valor evidente dos adversários, pensámos que a Fase Final iria ser muito difícil, mas mesmo assim sempre cientes de que a poderíamos ganhar».

    O DIFÍCIL TORNOU-SE FÁCIL

    No entanto, os receios de Agostinho Pinto não tiveram razão de ser, uma vez que tudo, à semelhança do que se havia passado nas duas fases anteriores, se tornou fácil. «Não demos quaisquer hipóteses a ninguém». O CPN deu-se ainda ao luxo de utilizar nesta Fase Final quatro atletas do escalão de cadetes – Vanessa Soares, Inês Cardoso, Verónica Sousa, e Maria João Alves – não só com o sentido de dar algum descanso às atletas titulares, como também como forma de premiar estas quatro jogadoras pela magnífica temporada que fizeram ao serviço da equipa de cadetes. «A equipa esteve muitíssimo bem na prova, em todos os jogos conseguimos ter grandes vantagens no marcador sobre as adversárias, algo que nos permitiu dar alguns minutos de jogo a estas atletas cadetes. Rodámos a equipa. De tal modo que chegamos ao último jogo com as seis atletas principais numa forma física excelente, estavam frescas, pois com a entrada das cadetes na equipa puderam descansar nos outros jogos. Quero destacar a forte união de grupo que existiu durante toda a época, e que no fundo foi o segredo para o sucesso. As atletas estiveram sempre muito unidas e concentradas no objectivo de ganhar o título, e prova disso é que nenhuma equipa desta Fase Final nos marcou mais de 45 pontos. Estivemos implacáveis na defesa, um sector em que havendo união de grupo é meio caminho andado para ganhar os jogos. Todas as jogadoras trabalharam muito, foram humildes, ajudaram-se umas às outras, e quando assim é nada pode impedir uma equipa de vencer, o que veio a acontecer connosco».

    FORMAR UMA NOVA EQUIPA

    Foto Manuel Valdrez
    Foto Manuel Valdrez

    Para o ano tudo será diferente, assim o diz Agostinho Pinto. Diferente no sentido de que muitas destas atletas campeãs nacionais de júniores passarão a séniores, integrando assim as duas equipas séniores do clube. Este grupo campeão irá perder as suas jogadoras mais influentes, e será então altura de construir um novo conjunto. Montar uma nova equipa vencedora, iniciar um novo ciclo, como refere Pinto.

    «Para o ano não vamos pensar em revalidar o título nacional. Vamos sim construir uma nova equipa, que daqui a dois ou três anos possa repetir o feito deste ano. Este leque de jogadoras que integraram a equipa campeã foi das melhores “fornadas” que o clube teve nos últimos anos. Aliás, três destas atletas, a Célia Simões, a Joana Lopes, e a Rita Gonçalves, são pedras fundamentais na Selecção Nacional de sub-20, só por aí dá para ver a grande qualidade deste grupo».

    O MELHOR CLUBE PORTUGUÊS

    NA ÁREA DA FORMAÇÃO

    Agostinho Pinto frisa ainda que este ano foi muito especial para o CPN, não só pela conquista do Campeonato Nacional de Júniores como também pelo modo como a modalidade cresceu dentro do clube.

    O responsável máximo pelo basket propagandista não tem dúvidas que o CPN é actualmente o melhor clube português ao nível da formação. Foi um ano de grande crescimento, quer a nível quantitativo, quer a nível qualitativo. Actualmente, a Secção de Basquetebol do clube movimenta um universo de cerca de 140 atletas, distribuídas pelos diversos escalões – Mini A, Mini B, Iniciadas A, Iniciadas B, Cadetes, Júniores, Séniores A e Séniores B –, número este que poderia ser bem maior, caso o clube tivesse mais capacidade financeira e estrutural. «Temos sido procurados por miúdas de muitos sítios. Inclusive temos propostas para avançar com a criação de uma equipa de basquetebol masculino, mas com os poucos recursos financeiros que o clube tem e com o número reduzido de instalações, não podemos pensar em ter mais atletas e equipas, como pretendíamos». Mesmo assim o clube vai continuando a fazer um trabalho excepcional em termos de formação, e prova disso são os excelentes resultados obtidos, esta época, nos outros escalões. No que toca às cadetes, a temporada ultrapassou, e muito, as expectativas iniciais, pois «nunca pensámos em ganhar nada neste escalão. A nossa principal meta era ir ao Campeonato Nacional, algo que víriamos a conseguir com algum destaque. Depois, no Nacional, fizemos uma grande prova e acabámos, contra todas as expectativas, por ir à Fase Final, onde jogámos muito bem, e embora não tivéssemos ganho – o CAB Madeira sagrou--se campeão – conseguimos que uma jogadora nossa, a Vanessa Soares, fosse eleita a melhor jogadora desta fase. Posso dizer que as cadetes foram, de todas as equipas dos escalões do CPN, aquela que mais trabalhou. No que diz respeito às iniciadas, conseguimos vencer o Torneio de Abertura e fomos vice-campeãs distritais».

    Foto Manuel Valdrez
    Foto Manuel Valdrez
    SÉNIORESCUMPRIRAM OS OBJECTIVOS

    Em relação ao escalão sénior, o CPN teve igualmente motivos para sorrir. Embora não tenha conquistado nenhum troféu, a equipa principal voltou a fazer uma excelente campanha na Liga Profissional.

    Pelo quinto ano consecutivo o conjunto orientado por Agostinho Pinto chegou às meias finais dos Play-Off, tendo sido – pela quinta vez seguida – eliminada pela equipa que haveria de se sagrar campeã nacional.

    Já a equipa sénior B, formada à base de jogadoras reservistas, alcançou o 10º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Nas palavras de Pinto, estes foram dois óptimos resultados, em particular no que toca à equipa que disputa a Liga Profissional. «Repetimos mais uma vez a nossa melhor prestação na Liga, que foi o 4º lugar, e que dá acesso às competições europeias da próxima época. Costumo dizer que somos os campeões do nosso nível, ou seja, fomos a primeira equipa, logo a seguir aos três clubes mais fortes do panorama basquetebolístico nacional, o CAB, o Santarém , e o ESSE Barreiro. Clubes que têm condições financeiras que nós não temos. Só para dar um exemplo do desnivelamento financeiro existente entre nós e eles, posso dizer que uma jogadora americana do CAB ganha mais do que o plantel inteiro do CPN.

    O CAB tem uma equipa 100% profissional, treina de manhã e à tarde, todos os dias, e nós não.

    Se tivéssemos o dinheiro dessas equipas concerteza que chegaríamos mais longe, pois qualidade e quantidade é coisa que não falta ao CPN, e com mais apoios financeiros poderíamos contratar duas estrangeiras de qualidade para juntar às jogadoras formadas na “casa” e dessa forma ombrear com os melhores». Sobre a época que há pouco terminou, Agostinho Pinto frisa que a sua equipa fez uma primeira volta fantástica. Seguiu-se depois uma fase menos boa, por alturas do Natal, onde a equipa averbou uma série de desaires consecutivos que se ficaram essencialmente a dever a uma onda de lesões que assombrou algumas das atletas mais influentes do grupo, casos de Joana Lopes, e da Anabela Martins. Problemas de balneário, entretanto ultrapassados pelo grupo, e o facto de algumas equipas mais fortes, em termos económicos, se terem reforçado no mercado de Inverno, foram outros dois factores que fizeram com que o CPN perdesse algum do fulgor com que iniciou a Liga. Passado este período negro, se assim o podemos chamar, as coisas voltaram à normalidade, com a equipa a regressar às vitórias e a terminar a primeira fase no 5º lugar, alcançando assim os Play-Off. Nesta última fase o CPN viria a eliminar a forte equipa do Olivais, que havia ficado à frente das propagandistas na primeira fase.

    Em relação ao confronto com o Olivais, Agostinho Pinto destaca a extraordinária recuperação conseguida pela sua equipa no segundo jogo dos quartos-de-final, em Coimbra, onde o CPN recuperou de uma desvantagem de 17 pontos. Eliminado o Olivais, o adversário seguinte dava pelo nome de CAB Madeira, tão só, e apenas, a melhor equipa portuguesa da actualidade. «Sinceramente, eu acreditei sempre que poderíamos ter eliminado o CAB. No primeiro jogo, em nossa casa, fizemos uma grande exibição, e eu, mesmo estando a perder, cheguei a acreditar que podíamos ter ganho esse jogo, disse-o, aliás, às jogadoras, que acusaram muito a pressão que envolveu a partida. O CAB acabou por ganhar esse jogo mais por demérito nosso do que por mérito deles. No segundo jogo, na Madeira, perdemos apenas por sete pontos, o que em basquetebol não é nada. Por isso, se tivéssemos vencido o primeiro jogo em casa estou certo que chegaríamos à final».

    SEM APOIOS É IMPOSSÍVEL FAZER MELHOR

    Agostinho Pinto deixa no ar a ideia que dificilmente o CPN poderá aspirar a mais do que aquilo que tem conseguido fazer na Liga Profissional. Para o timoneiro do basket propagandista o clube não pode pensar em ganhar títulos a este nível se tem o orçamento mais baixo das 12 equipas que integram esta Liga Profissional. «Eu digo mesmo que o CPN tem feito verdadeiros milagres ao conseguir manter-se na Liga.

    É uma autêntica proeza conseguirmos chegar às meias-finais da prova, ficando à frente de clubes que gastam muito mais do que nós. Digo mais, para o CPN, com a escassez de apoios que tem, vai ser muito complicado manter-se por muitos mais anos a este nível, pois esta é uma competição que exige uma capacidade financeira muito grande». Da Direcção do clube, o responsável pelo basquetebol propagandista refere que não espera muito mais apoios do que aqueles que lhe têm sido dados, uma vez que o CPN não tem apenas o basquetebol, e o clube tem de repartir por todas as outras modalidades o pouco dinheiro que tem disponível. «Agora, gostava era que a Câmara Municipal de Valongo nos ajudasse um pouco mais. É um facto que nos têm dado alguma ajuda, e estamos agadecidos por isso, mas para atingirmos outros níveis precisávamos de mais ajuda. Por exemplo, nós estamos qualificados para disputar as competições europeias da próxima época, em virtude de nos termos classificado em 4º lugar na Liga, e gostávamos imenso de jogar uma competição deste tipo. Era uma experiência única para as atletas, pois iriam jogar contra algumas das melhores equipas e jogadoras da Europa. Neste momento não sabemos se isso irá ou não ser possível, como não sabemos também como vamos planear a época a nível interno, pois não estão ainda definidos os apoios para a época que se avizinha. Como dá para ver, o factor económico condiciona, e muito, a nossa estratégia para a próxima temporada. Uma coisa é certa, com os apoios que temos actualmente não vamos conseguir suportar os custos de uma presença numa competição europeia, o que é pena, não só para nós, como também para a cidade de Ermesinde, pois iria receber algumas equipas de renome do basquetebol feminino europeu. Na minha opinião falta igualmente uma pessoa dentro da secção que venda a nossa “marca”, é este o grande passo que temos de dar – angariar mais apoios, uma vez que temos uma boa imagem para vender. Estou convencido que se arranjásse-mos uma pessoa para tratar única e exclusivamente da parte publicitária do basquetebol poderíamos ir mais longe, pois qualidade e quantidade já temos, falta-nos é o dinheiro para atingirmos outros patamares a nível sénior».

    JURAS DE AMOR ETERNO AO CPN

    Agostinho Pinto é indiscutivelmente uma figura de destaque na vida do CPN. Há 32 anos que este homem – de 40 anos de idade – vive o clube de uma maneira muito particular. Chegou ao clube aos 8 anos, percorrendo, na qualidade de jogador, todos os escalões de formação. Igual trajecto foi feito na qualidade de treinador, cargo que começou a exercer aos 25 anos de idade. Actualmente acumula também as funções de chefe da Secção de Basquetebol. Uma vida dedicada ao clube e a uma modalidade em particular. Por tudo isto podemos dizer que Agostinho Pinto é o “pai” da grande estrutura de basquetebol do CPN, o grande mentor de um “projecto” que muito tem orgulhado as hostes propagandistas.

    Dezassete presenças em fases finais de campeonatos nacionais, dois títulos nacionais de júniores, um título nacional de cadetes, um título nacional da 2ª Divisão a nível sénior, e muitos mais títulos de nível distrital, fazem parte do cartão de visita deste amante do basquetebol. O segredo desta ligação de tantos anos é simples: «é o amor que tenho por este clube que me fez cá ficar todos estes anos. Nunca consegui deixar esta casa, e acho que nunca o vou conseguir fazer. Não foi por falta de oportunidades, pois ao longo de toda a minha carreira de treinador tive vários convites de equipas nacionais e estrangeiras, só que na hora de decidir, o amor pelo CPN falou sempre mais alto, e é por isso que ainda me mantenho cá.

    Aliás, hoje em dia as pessoas de outros clubes já nem me fazem convites, pois já não acreditam que o Agostinho Pinto saia do CPN. Deixar o clube era como abandonar um filho, era deixar uma obra que foi construída com a minha ajuda ao longo destes anos todos». Pelas suas mãos já passaram centenas, para não dizer milhares, de atletas. Houve anos em que chegou a treinar três e quatro escalões ao mesmo tempo, «era a paixão pelo treino e pela formação que me movia», lembra.

    Hoje, existem outros colaboradores que o ajudam nestas tarefas, embora Agostinho Pinto seja o supervisor máximo de todos os escalões do clube. No futuro pretende apenas trabalhar com a área da formação, a sua grande paixão, e deixar o comando da equipa sénior para outros colaboradores, pois já «são muitos anos a treinar as séniores, há um desgaste psicológico muito grande neste escalão, e eu quero abrandar um pouco e dedicar-me mais à formação».

    AGRADECIMENTOS MUITO ESPECIAIS

    Na hora de comemorar as vitórias, Agostinho Pinto não esquece aqueles que o ajudaram a alcançá-las, nomeadamente o seu grupo de colaboradores directo. Neste campo destaca os desempenhos de três pessoas extremamente importantes na organização e dinamização da secção, como são os casos de Sérgio Melo, Alexandre Santana e de Renato Horta. Três figuras que, segundo Pinto, muitas vezes passam ao lado no momento de comemorar as vitórias, mas que têm feito um trabalho fantástico no clube. Aproveitou ainda a oportunidade para agradecer à Câmara e à Junta de Freguesia de Ermesinde pelo apoio, que dentro das suas possibilidades, tem dado ao clube, nomeadamente na cedência do Pavilhão Gimnodesportivo e na ajuda para realizar o Torneio Internacional que o clube organiza todos os anos.

    Aos pais das atletas, em particular à figura de Jorge Gonçalves, que é por assim dizer o representante de todos os pais, agradeceu o apoio incondicional que tem prestado em todos os momentos.

    A terminar endereçou ainda um agradecimento à Direcção do clube, que dentro das suas possibilidades, tem contribuído para que o basquetebol do CPN possa alcançar cada vez mais êxitos.

    Por: Miguel Barros

     

     

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