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Magic Valongo regressou aos tempos áureos no decorrer da sua 35.ª edição
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| Fotos NUNO MESSIAS |
O Magic Valongo reafirmou um ano mais o seu estatuto como um dos maiores e mais antigos festivais de ilusionismo em Portugal ao levar à cena neste mês de setembro a sua 35.ª edição. Entre os dias 25 e 27 do referido mês, a cidade de Ermesinde transformou-se na capital da magia, servindo de palco para alguns dos nomes mais sonantes do ilusionismo nacional e internacional.
Depositário de um património histórico e único no país, o evento ficou marcado por dias intensos de encontros, partilha e aprendizagem, honrando o seu legado e continuando a escrever a história da magia nacional e global na memória de todos os presentes.
A edição de 2026 do afamado festival fez jus ao seu legado com uma agenda preenchida por magia de rua, feiras mágicas, concursos e duas grandes galas internacionais que tiveram lugar na nossa cidade.
Para além de ter espalhado a magia por Ermesinde, o evento deste ano expandiu os seus horizontes ao alargar a programação à Festa do Brinquedo, evento que decorreu em Alfena no citado fim-de-semana. No cair do pano do festival, A Voz de Ermesinde esteve à conversa com o presidente da Associação Magic Valongo, Filipe Monteiro, que partilhou o balanço altamente positivo desta edição. «Pelo feedback que nos chegou o festival foi muito bom. Fez lembrar um regresso aos tempos áureos em que o Magic Valongo trouxe aqui nomes fantásticos do panorama mundial», destacou. Filipe Monteiro sublinhou ainda o sucesso da programação, lembrando que a organização conseguiu «trazer aqui novamente pessoas premiadas e conhecidas do panorama mundial».
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O presidente da direção da Associação Magic Valongo revelou ainda o reconhecimento dos seus pares após o encerramento do evento. «No fim da 2.ª gala internacional, os colegas mágicos que estão habituados e são habitués no Magic Valongo vieram dar-nos os parabéns porque saíram encantados com os artistas que tivemos o prazer de ter aqui com o apoio da Câmara Municipal de Valongo».
De facto, foram muitos os artistas internacionais que pisaram o palco do Fórum Cultural de Ermesinde não só no âmbito das duas galas internacionais que ali decorreram, como de igual modo nas muito participadas conferências que se realizaram ao longo dos três dias de evento. Há então que destacar as presenças de Alan Simonov, Gabriel Gascón, Juan Colas e Mad Martin, quatro artistas de gabarito mundial que ajudaram a que a edição deste ano do festival tivesse uma maior adesão por parte das pessoas, segundo nos disseram os responsáveis pelo evento.
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No derradeiro dia do Magic Valongo procedeu-se à entrega de prémios dos participantes nos concursos de Close-Up e de Palco. Ao longo destes 35 anos de Magic Valongo, os concursos foram sempre um dos pontos altos do festival. Neles, vimos ao longo da história despontar grandes nomes do ilusionismo nacional e internacional. Face à sua importância, a direção da Associação Magic Valongo decidiu este ano promover junto do público um concurso de Palco, dando assim maior visibilidade ao festival ao contar com a participação dos espetadores, que votaram online no seu concorrente preferido. Assim, para os espetadores presentes na 1.ª Gala Internacional o artista mais votado foi Cayetano Lledó. Na votação do júri do festival, e no concurso de Close-Up, Juan Pablo Alvarez ficou com o 3.º prémio, Alejandro Revuelta obteve o 2.º prémio e Jesús Duque ficou com 1.º prémio. No concurso de Palco os 1.º e 2º prémios não foram atribuídos, ao passo que o 3.º prémio foi entregue a Cayetano Lledó. Neste concurso houve ainda duas menções honrosas, que foram atribuídas a Tiago Nogueira e Leonardo Sáez.
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No sentido de expressar o reconhecimento por todos aqueles que ao longo dos anos têm vindo a prestigiar o ilusionismo nacional e internacional a organização decidiu ainda homenagear Pedro Lacerda Machado, Joaquim Bastos (Maik Magic), João Miranda e Manuel Alves, quatro históricos das artes mágicas lusas.
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