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FALANDO DE COMBOIOS (3)
Linha do Norte – Principais Estações
À época Portugal era um país essencialmente rural e sem infraestruturas de transportes, sendo esta uma das principais causas da estagnação económica com que o país se debatia.
O processo da implementação e da expansão da rede ferroviária concorreu fortemente para o desenvolvimento das povoações servidas, incrementou o comércio interno e contribuiu para a melhoria das condições de vida da sua população.
O elo marcante e de ligação entre a ferrovia e as populações servidas acabam por ser os edifícios das estações. Muito mais do que um ponto de embarque e desembarque, permite um conjunto de serviços fundamentais, não só para o seu próprio bem-estar, mas também para logística do desenvolvimento do serviço ferroviário.
É que a estação integra o edifício administrativo e comercial onde se localizam as bilheteiras e se podem adquirir os bilhetes e passes dos viajantes e onde se podem “despachar” mercadorias, as plataformas de embarque dos passageiros, as linhas de circulação e de manobras, os armazéns de mercadorias, as instalações sanitárias, as salas de espera, o gabinete do Chefe de Estação e outros edifícios imprescindíveis à gestão comercial e social, tais como ferramentarias, dormitórios para o pessoal deslocado e as cozinhas.
- Estação de Santa Apolónia - Lisboa
A estação de Santa Apolónia é a estação mais antiga de Lisboa, situada na zona ribeirinha, freguesia de S. Vicente, perto de Alfama, operando desde 01 de maio de 1865, correspondendo a uma importante interface de transportes que liga a capital ao resto do país e ligações internacionais.
O seu nome advém do facto de
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Por:
Alberto Mateus
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