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Edição de 30-06-2018
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    Arquivo: Edição de 31-01-2018

    SECÇÃO: Editorial


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    Aos 60 anos, a renovada promessa de vida!

    O jornal A Voz de Ermesinde tem, em mim, a partir desta edição o novo diretor. Aceitei o cargo depois de um longo período de reflexão, acreditando na capacidade de lhe poder prolongar a vida, ao serviço da instituição que o financia e da sociedade civil que serve. Faço-o no mais completo voluntarismo.

    Não será necessário fazer a minha apresentação uma vez que os leitores mais habituais já me conhecem. Estou ligado ao jornalismo desde estudante, colaborando regularmente em mais de meia dúzia de jornais, alguns deles de âmbito nacional, e à Voz de Ermesinde quase desde a minha vinda para esta localidade, sensivelmente há três décadas e meia. A Voz de Ermesinde e eu temos quase a mesma idade.

    Agradeço a confiança que a direção do Centro Social de Ermesinde em mim depositou e espero que, com a ajuda dos leitores, assinantes, anunciantes, colaboradores, jornalistas e de todos aqueles que de forma direta e indireta se relacionam com este órgão de comunicação, possamos continuar a dar vida a este periódico que procura seguir o seu rumo pelos mesmos princípios e valores que ditaram o seu nascimento há seis décadas.

    Porque continua a haver um espaço informativo muito próprio para os jornais regionais e locais, sobre substância que pouco ou nenhum interesse tem para a comunicação de âmbito nacional, A Voz de Ermesinde prosseguirá a sua vocação informativa com a divulgação das atividades do Centro Social de Ermesinde, mas não deixará também de ser a "voz" da cidade que lhe dá o nome, privilegiando a defesa intransigente dos interesses de Ermesinde e dos ermesindenses, das suas instituições e coletividades. Fá-lo-á com independência face ao poder político ou a qualquer outro tipo de poder ou pressão. Foi esta convicção e propósito que me levaram, enquanto diretor, a suspender a minha atividade política.

    Fica, pois, e desde já, o apelo aos dirigentes autárquicos, institucionais e associativos da área de influência deste periódico, para que façam chegar à redação do jornal, atempadamente, as informações que considerem ser importante difundir junto da comunidade ermesindense, residente e ausente, certos de que, dentro das nossas disponibilidades, procuraremos corresponder aos vossos anseios e desafios.

    Gostaríamos de recordar que os jornais são uma das mais eficientes fontes da história contemporânea e A Voz de Ermesinde, com o seu arquivo de mais de meio século, que pretendemos guardar em suporte digital, é sem dúvida um título que não pode ser escamoteado por quem pretender fazer a história de Ermesinde, das suas instituições e associações, bem como do concelho.

    Os sessenta anos de existência que A Voz de Ermesinde hoje completa, e que evocaremos ao longo deste ano, são motivo de festa e de renovada promessa de vida. Antigos diretores, colaboradores, instituições e coletividades ermesindenses deram-nos o prazer de nos felicitarem nesta ocasião, o que, reconhecidamente, agradecemos, crentes de que todos juntos haveremos de renovar a existência deste periódico que julgamos merecedor do justo carinho e importância que se lhe reconhece.

    Por: Manuel Augusto Dias

     

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