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Edição de 31-07-2019
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10-04-2019 14:47
Rui Moutinho foi reeleito presidente da Direção CPN
Rui Moutinho vai continuar a liderar os destinos do CPN nos próximos três anos. O dirigente - e a sua equipa - foram (re)eleitos na noite de 5 de abril passado numa Assembleia Geral (AG) Ordinária que decorreu no salão nobre da sede do clube.

Este foi um dos pontos salientes desta sessão, tendo apenas uma lista - encabeçada por Rui Moutinho - concorrido ao ato eleitoral com vista ao mandato para o triénio 2019-2021. A lista de Moutinho seria eleita por unanimidade pelos sócios presentes na AG. Os novos corpos dirigentes do CPN transitam na sua esmagadora maioria do mandato anterior, havendo apenas três novidades na Direção, com a inclusão dos vogais Josué Morais, Joaquim Filipe Santos e Luís Rato. De resto, tudo se mantém na generalidade igual ao mandado anterior, no que concerne à composição dos restantes órgãos (AG e Conselho Fiscal), numa aposta de continuidade do trabalho efetuado no mandato anterior, conforme ficou vincado nas palavras do presidente reeleito.

Na sua alocução aos associados do clube, Rui Moutinho começou precisamente por fazer um balanço do trabalho realizado pela sua equipa diretiva ao longo dos últimos três anos - ou do mandato anterior, por outras palavras.

Começando por referir que a Direção por si comandada «cumpriu com tudo aquilo a que se havia proposto no mandato anterior», o presidente reeleito elencaria em seguida algumas das situações - ou problemas, como lhes chamou - que a sua equipa diretiva resolveu ao longo dos últimos três anos. Muitos problemas com os quais o CPN convivia há já longos anos, conforme vincou Moutinho.
A aquisição de uma caldeira para manter as piscinas aquecidas, um equipamento que custou cerca de 20.000 euros e que assim pôs cobro a um problema de anos; a compra de um "robot" para a aspiração das piscinas, cujo custo foi de 3.200 euros; a aquisição de uma nova passadeira para o ginásio e a liquidação de outras duas adquiridas pela Direção anterior, num valor total de cerca de 12.000 euros, foram as principais medidas ao nível de infraestruturas que o elenco diretivo liderado por Moutinho tomou para solucionar alguns dos problemas com os quais o clube se vinha debatendo.

Sublinhou igualmente que no último mandato o clube liquidou na totalidade a dívida que tinha com a Segurança Social, com a EDP e com dois ex-colaboradores, num valor superior a 5.500 euros. Rui Moutinho recordou ainda que foi desenvolvida uma prática de manutenção constante de modo a que os principais equipamentos do clube se mantenham operacionais de modo a minimizar os custos com avarias frequentes. «Nestes últimos três anos o CPN mobilizou cerca de 70.000 euros em investimento, manutenção e liquidação de dívidas», disse o presidente reeleito.

A reativação da secção de natação do clube, após vários anos de paragem; o nascimento de novas secções, como o kung fu, o futsal, o judo e as danças de salão; ou o crescimento do número de associados comparativamente com 2015, foram também factos destacados no programa de ação da lista de Rui Moutinho.
«O CPN ganhou estabilidade», conforme sublinhou o dirigente, que, no entanto, referiu que «ainda muito há a fazer» e é nesse sentido que ele e a sua equipa ali estavam, para dar continuidade nos próximos três anos ao trabalho que vêm desenvolvendo no clube.

E no próximo mandado um dos objetivos primordiais da nova Direção do CPN passa por dar continuidade ao equilíbrio financeiro do clube, a principal preocupação dos seus dirigentes, segundo palavras do presidente reeleito. «Queremos continuar a ter um controlo financeiro para que o clube não volte a passar por situações (de aflição) como no passado», disse Moutinho. Outro dos grandes objetivos para o novo mandato passa por solucionar o problema da eficiência energética, o «grande cancro do CPN neste momento», como frisou Rui Moutinho, no sentido de que o clube possa reduzir a elevada fatura energética mensal. Aliás, o dirigente deu conta de que decorre já um projeto de eficiência energética em parceira com uma instituição académica para que o clube possa então contornar este obstáculo no futuro a curto prazo.
«Assumimos o compromisso de tudo fazer para que daqui a três anos quando este novo mandato cessar o CPN possa estar ainda melhor. Estamos aqui para dar o "litro"», rematou Moutinho.

A composição dos órgãos sociais do CPN para o triénio 2019-2021 é a seguinte:

ASSEMBLEIA GERAL:

Presidente: Diomar Santos
1.º Secretário: Renato Horta
2.º Secretário: Carmindo Paiva

CONSELHO FISCAL:

Presidente: Manuel Sobral Pires
Secretário: José Serdoura
Relator: Fernando Santos

DIREÇÃO:

Presidente: Rui Moutinho
Vice-presidente: Fernando Coelho
Vice-presidente: Susana Oliveira
Tesoureiro: Alfredo Sista
Secretária: Carla Sousa
Vogal: Maria Joaquina Machado
Vogal: Josué Morais
Vogal: Joaquim Filipe Santos
Vogal: Luís Rato

Nota: Nesta Assembleia Geral, e antes do ponto da eleição dos novos corpos sociais, foi ainda explicado, discutido e votado o Relatório de Atividades e Contas do exercício de 2018 do clube. Na próxima

 

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